sábado, 8 de janeiro de 2011

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Por entre constelações murmúrios de estrelas se ouvem
Admiração pelo seu espanto por tal acontecimento ocorrer perante seu olhar
Beleza de sonhos aparecera
Por todos vista e por ninguém compreendida...

O sol a guia e a lua a protege
Olhares perversos e maldosos  a perseguem
Naquele vale perfumado cheio de mal .

Desamparado anda o vento
A deambular sozinho em busca do conhecimento profundo
Corre entre montanhas e vales, floresta e planícies, desertos e praias
Viaja sem parar em seus pensamentos pela falta de emoção e motivos consideráveis
De uma alegria constante no mundo em que vagueia.

Um dia se cruzam
Seus olhares colidiram a alta velocidade num sobressalto de desconhecimento inesperado
Suas almas se voltam a cruzar num primeiro encontro  de seus olhos
Tudo bate certo apesar de diferenças visíveis
Passados diferentes mas em certos traços semelhantes
Coração partido pela vida naquela jovem pele sentida
Erros cometidos lhos destroçaram naquele vale que nascera
Tudo visível naquele quadro real cheio de vida.

Apenas ele conseguira ver sua beleza e compaixão
Sua aura maior que a de uma estrela
Tudo que ele sempre quis conhecer e achara impossível
O vento se apaixonara por aquela florzinha.

Um dia procurou e nada encontrou
A flor fora colhida sem ele saber
Desaparecera e seu caminho apagou-se
Deambulou cada vez mais durante muito tempo
Mas seu pensamento nunca mudou
Apenas aquele quadro seu pensamento lhe mostrou.

Então todas as outras flores falam daquela flor
Que toda a gente deseja e ninguém possui
Vento a andar pelo meio do vale
Apaixonado por uma beleza imperfeita na qual apenas perfeição vê
Conjunto de palpitações inseguras o levam aquele jardim
No qual seu coração outrora se perdeu.

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